É, aparentemente só eu volto aqui pra postar algo de vez em quando...
Felicidade, empolgação, quase tudo correndo conforme meus planos feitos no teto do quarto. A melhor parte disso? Finalmente algo planejado com antecedência por mim está saindo segundo eu queria... Claro, essa é apenas uma pequena parte da minha vida, mas são essas pequenas partes que tornam minha vida mais aceitável, mais tragável...
E por falar em tragável, quem foi o filho da puta que resolveu que cigarro tinha que ser mais caro?? Poha, ja achava um absurdo pagar 4,25 no meu Lucky Strike, agora teria que pagar 5,25??? Esse era o preço do Black, quando eu comecei a fumar cigarros mentolados... Minha escapatória? Marlboro =/
Que morra de câncer na próstata quem deu a idéia de tornar os cigarros mais caros!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Abandono
O título não se refere apenas ao abandono de 10 dias do blog, mas em um sentido mais amplo, mais global. O que causa a sensação de abandono? Ser largado pela pessoa amada? Ser rejeitado pelos amigos? Ter uma família distante?
Não, acho que o abandono é uma sensação causada por fatos que ocorrem acidentalmente na vida de cada um, que acumulam-se até o ponto de chegar a achar que está sozinho no mundo, abandonado.
Como arrumar isso? Não acho que exista uma fórmula mágica para nos sentirmos acolhidos, do mesmo jeito que a sensação de abandono vem do nada, o acolhimento também. As vezes aquela pessoa com quem você não fala já tem um tempo, vai surgir e animar seu dia, dar uma palavra amiga, um ombro, um abraço...
Até que essa pessoa maravilhosa chegue, ou faça o que tem de ser feito, resta ao abandonado fazer o que todo abandonado faz, seguir em frente e procurar a felicidade nas pequenas coisas e oportunidades.
Não, acho que o abandono é uma sensação causada por fatos que ocorrem acidentalmente na vida de cada um, que acumulam-se até o ponto de chegar a achar que está sozinho no mundo, abandonado.
Como arrumar isso? Não acho que exista uma fórmula mágica para nos sentirmos acolhidos, do mesmo jeito que a sensação de abandono vem do nada, o acolhimento também. As vezes aquela pessoa com quem você não fala já tem um tempo, vai surgir e animar seu dia, dar uma palavra amiga, um ombro, um abraço...
Até que essa pessoa maravilhosa chegue, ou faça o que tem de ser feito, resta ao abandonado fazer o que todo abandonado faz, seguir em frente e procurar a felicidade nas pequenas coisas e oportunidades.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Desapego...
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Desconectar para Conectar
Bem, como primeiro post aqui, eu gostaria de "filosofar" um pouquinho.
Encontrei essa frase hoje rolando como um share do face... (coisa que, aliás, eu acredito ser um tanto ridícula, afinal, você precisa dar share nas imagenzinhas toscas para poder falar e expressar algo?) e fiquei pensativa...
As pessoas dizem que esse excesso de comunicatividade acabou afastando as pessoas, afinal, quem não prefere conversar pelo BBM ou pelo Whatsapp? E quem consegue ficar longe do Facebook ou Twitter por mais de 10 minutos?
Quando eu tinha 15 anos, tudo que eu tinha eram amigos virtuais. Como sabem, sou uma nerd confessa e um tanto omissa, então amigos? Eu preferia aqueles que não me julgariam por aparência e que se atrairiam a mim por gostos e pensamentos em comum. E foi assim. A Conectividade Virtual me trouxe pessoas interessantes pela internet, que acabaram vindo para a vida real. Muitos duraram, alguns até os dias de hoje. E também, essa conectividade permitiu que eu mantivesse acesso à vida de pessoas que eu conhecia, e que se foram.
Portanto, acredito ser extremamente relativo essa "campanha" que existe para que as pessoas se desapeguem da vida virtual para que se conecte com as pessoas ao redor. Não estou fazendo qualquer tipo de apologia ao ostracismo existencial, apenas que sabendo equilibrar, não há porque demonizar algo. Daqui a pouco a internet será banida como foram os livros traduzidos na Idade Média.
Aliás, falando em livros, nada melhor para se "desconectar" do mundo real e virtual do que abrir um livro. Acho que poderia existir algo a respeito: "saia do face por 1 hora e vá ler um livro". "Não vá visitar aquela tia chata e fedorenta e leia um jornal - saiba o que realmente acontece no mundo". Coisas assim...
Bem, essa é a estreia. Não sei como ficou, não vou reler tudo porque simplesmente estou com preguiça.
See you later alligator (sim, roubei descaradamente da Gabriela rs) o/
Encontrei essa frase hoje rolando como um share do face... (coisa que, aliás, eu acredito ser um tanto ridícula, afinal, você precisa dar share nas imagenzinhas toscas para poder falar e expressar algo?) e fiquei pensativa...
As pessoas dizem que esse excesso de comunicatividade acabou afastando as pessoas, afinal, quem não prefere conversar pelo BBM ou pelo Whatsapp? E quem consegue ficar longe do Facebook ou Twitter por mais de 10 minutos?
Quando eu tinha 15 anos, tudo que eu tinha eram amigos virtuais. Como sabem, sou uma nerd confessa e um tanto omissa, então amigos? Eu preferia aqueles que não me julgariam por aparência e que se atrairiam a mim por gostos e pensamentos em comum. E foi assim. A Conectividade Virtual me trouxe pessoas interessantes pela internet, que acabaram vindo para a vida real. Muitos duraram, alguns até os dias de hoje. E também, essa conectividade permitiu que eu mantivesse acesso à vida de pessoas que eu conhecia, e que se foram.
Portanto, acredito ser extremamente relativo essa "campanha" que existe para que as pessoas se desapeguem da vida virtual para que se conecte com as pessoas ao redor. Não estou fazendo qualquer tipo de apologia ao ostracismo existencial, apenas que sabendo equilibrar, não há porque demonizar algo. Daqui a pouco a internet será banida como foram os livros traduzidos na Idade Média.
Aliás, falando em livros, nada melhor para se "desconectar" do mundo real e virtual do que abrir um livro. Acho que poderia existir algo a respeito: "saia do face por 1 hora e vá ler um livro". "Não vá visitar aquela tia chata e fedorenta e leia um jornal - saiba o que realmente acontece no mundo". Coisas assim...
Bem, essa é a estreia. Não sei como ficou, não vou reler tudo porque simplesmente estou com preguiça.
See you later alligator (sim, roubei descaradamente da Gabriela rs) o/
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Dar espaço a razão ou a emoção???
A dúvida que mais me aflige no momento...
Será que vale a pena persistir nos mesmos erros novamente? Ou será que vai ser diferente?
Dar espaço a novas experiências? Mergulhar no desconhecido e me perder ou quem sabe me encontrar...
Dúvidas que não saem da minha cabeça, que tiram o meu sono, o ar, que me sufoca...
O que fazer com as lágrimas que escorrem pelo meu rosto atrás de alguém, atrás de tudo o que se foi vivido...
Um certo amigo me disse que Figurinha repetida não completa album... Queria poder ter a certeza disso, queria poder levar esse conselho adiante e coloca-lo em prática...
Porém, é necessário ter a certeza do que se quer, de que tudo não passa de um simples desejo, vaidade ou coisa do tipo... Ou, se é o que realmente mais importa para mim!!!!
Enquanto não consigo decidir o que é melhor, busco forças e sabedoria nos meu amigos...
Eles são as coisas mais importantes que eu tenho... A FAMÍLIA QUE EU ESCOLHI...
A dúvida que mais me aflige no momento...
Será que vale a pena persistir nos mesmos erros novamente? Ou será que vai ser diferente?
Dar espaço a novas experiências? Mergulhar no desconhecido e me perder ou quem sabe me encontrar...
Dúvidas que não saem da minha cabeça, que tiram o meu sono, o ar, que me sufoca...
O que fazer com as lágrimas que escorrem pelo meu rosto atrás de alguém, atrás de tudo o que se foi vivido...
Um certo amigo me disse que Figurinha repetida não completa album... Queria poder ter a certeza disso, queria poder levar esse conselho adiante e coloca-lo em prática...
Porém, é necessário ter a certeza do que se quer, de que tudo não passa de um simples desejo, vaidade ou coisa do tipo... Ou, se é o que realmente mais importa para mim!!!!
Enquanto não consigo decidir o que é melhor, busco forças e sabedoria nos meu amigos...
Eles são as coisas mais importantes que eu tenho... A FAMÍLIA QUE EU ESCOLHI...
Só sei que nada sei...
Sabe quando bate aquela incerteza entre seguir um rumo novo ou tentar novamente algo já tentado?
Durante toda minha vida, sempre que me vi nesse tipo de situação optei pelo novo, não só por ser um adepto ferrenho da novidade e do inexplorado, mas também pelo simples fato de que sempre fui das opiniões e que se não deu certo uma vez, a probabilidade de dar certo numa nova tentativa são mínimas, e de que eu deveria me arrepender do que deixei de fazer, experimentar e sentir, não do que fiz.
Bom, durante o ano passado provei estar errado por duas vezes, e olha que isso é quase impossível devido a minha cabeça dura se aplicar a mim mesmo com a mesma intensidade que se aplica aos outros. Sonhei com algo por 4 anos, e quando tive a oportunidade de realizar esse sonho, optei por tentar algo novo. Resultado: 5 anos de sonho que eu não sei mais nem como correr atrás...
Acho que aprendi uma lição importante nesse período, a um custo mais alto do que eu gostaria de pagar, mas ainda assim, importante. As vezes preciso deixar meu coração falar um pouco, porque apesar do meu cérebro evitar muitos problemas e desilusões, o desgraçado também erra feio as vezes.
Bom, quem sabe daqui a 3 anos ganho mais uma oportunidade da vida? Vai que a lógica é semelhante à Copa ou Olimpíadas. Garanto que da próxima não deixo escapar.
Durante toda minha vida, sempre que me vi nesse tipo de situação optei pelo novo, não só por ser um adepto ferrenho da novidade e do inexplorado, mas também pelo simples fato de que sempre fui das opiniões e que se não deu certo uma vez, a probabilidade de dar certo numa nova tentativa são mínimas, e de que eu deveria me arrepender do que deixei de fazer, experimentar e sentir, não do que fiz.
Bom, durante o ano passado provei estar errado por duas vezes, e olha que isso é quase impossível devido a minha cabeça dura se aplicar a mim mesmo com a mesma intensidade que se aplica aos outros. Sonhei com algo por 4 anos, e quando tive a oportunidade de realizar esse sonho, optei por tentar algo novo. Resultado: 5 anos de sonho que eu não sei mais nem como correr atrás...
Acho que aprendi uma lição importante nesse período, a um custo mais alto do que eu gostaria de pagar, mas ainda assim, importante. As vezes preciso deixar meu coração falar um pouco, porque apesar do meu cérebro evitar muitos problemas e desilusões, o desgraçado também erra feio as vezes.
Bom, quem sabe daqui a 3 anos ganho mais uma oportunidade da vida? Vai que a lógica é semelhante à Copa ou Olimpíadas. Garanto que da próxima não deixo escapar.
Sinto borboletas em meu estômago. É uma sensação de nervosismo, angustia, ansiedade, incertezas e saudade, muitaaaa saudade...
Coração acelerado, um caroço que parece estar entalado em minha garganta segurando o meu choro...
Quando tudo acabar eu só vou poder gritar e expressar meu alívio...
E quando eu der o meu grito de LIBERDADE (após a formatura), farei questão de abraçar e agradecer pessoalmente a todos aqueles que me apoiaram, me deram forças e não me deixaram desistir...
Coração acelerado, um caroço que parece estar entalado em minha garganta segurando o meu choro...
Quando tudo acabar eu só vou poder gritar e expressar meu alívio...
E quando eu der o meu grito de LIBERDADE (após a formatura), farei questão de abraçar e agradecer pessoalmente a todos aqueles que me apoiaram, me deram forças e não me deixaram desistir...
E um detalhe muito importante... AOS MEUS VERDADEIROS O MEU MÁXIMO DE RESPEITO E LEALDADE...
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